terça-feira, 22 de novembro de 2011

Lixo tecnológico em Curitiba

Computadores velhos são reciclados e não vão para o lixo na capital paranaense.

O que fazer com o lixo tecnológico gerado? Existe uma parceria entre a Prefeitura com o Instituto Brasileiro de EcoTecnologia (Biet) que dá destinação aos resíduos tecnológicos. O instituto está instalado em um barracão cedido pela Agência Curitiba, no bairro Sítio Cercado.

Você tem muito lixo tecnológico em casa?

Empresas que participam dos programas ISS Tecnológico e Curitiba Tecnoparque, da Agência Curitiba, doam resíduos tecnológicos para o Biet. Todo material que chega ao instituto passa por uma triagem para ver se os equipamentos ainda estão em funcionamento.

Monitores e teclados de computadores que ainda funcionam são usados para fazer inclusão digital em escolas e comunidades carentes. O que não funciona mais é usado para aulas de robótica para crianças a partir de 5 anos, de escolas municipais, estaduais e particulares.

Cada tipo de material tem uma destinação diferente. O plástico vai para determinada empresa enquanto que o cobre vai para outra. Todo material que vai para reciclagem é destinado para empresas que seguem normais de segurança e não agridem o meio ambiente.

Agendamento
Além de empresas, qualquer pessoa que possuir um aparelho eletroeletrônico que não funcione (computador, telefone, celular, impressora, televisão, rádios, pilhas, baterias, eletrodomésticos portáteis, vídeos, filmadoras, ferramentas elétricas, aparelhos de DVDs e brinquedos eletrônicos, por exemplo) pode levar até o barracão onde o instituto Biet recebe e separa o material. O endereço fica na Rua Ignez de Lourdes Gomes de Macedo, 51, no Sítio Cercado.

As pessoas também podem agendar por telefone que o instituto vai pegar nas residências o material. Quem tiver algum tipo de lixo tecnológico e quer doar pode ligar nos telefones 3289-8856 e 9652-0741 e agendar a doação.
SMCS
SMCS  / clicRBS
Lixo tecnológico tem destino certo em Curitiba
Foto:  SMCS  /  clicRBS

Dicas para economia de energia ao usar o computador

Dicas

Para que você possa usufruir do seu computador provocando o menor impacto possível sobre o meio ambiente, aqui vão algumas dicas úteis.
1. Use, mas não abuse
Use o seu computador sempre que necessário, mas apenas o necessário. Lembre-se que ele é um equipamento que consome energia elétrica, que para ser produzida emite gases de efeito estufa e contribui para o aquecimento global. Por isso, uma das formas de contribuir para o combate à mudança climática é usar menos o computador.
2. Desligue seu PC quando não estiver em uso
Muitas pessoas acham que o processo de ligar e desligar o computador consome mais energia do que deixar o aparelho ligado. Não é verdade. Sempre que for se ausentar por mais de meia hora, vale a pena desligar o computador. Um bom exemplo é na hora do almoço. Um computador ligado durante 1 hora/dia consome 5,0 kwh/mês. No decorrer de um ano, a economia decorrente de desligar o computador durante esta uma hora de almoço será de 60 kwh, o que leva cada pessoa que desligar seu computador a deixar de jogar na atmosfera 18 quilos de CO2. Esse volume corresponde ao emitido por um carro movido a gasolina ao percorrer 120 km.
3. Desligue o monitor quando for deixá-lo inativo por mais de 15 minutos
Em relação à energia, o mesmo raciocínio se aplica ao monitor de vídeo. Desligue-o sempre que for se afastar por mais de 15 minutos. .
4. Configure o computador para economizar energia
Efetuar pequenas configurações na máquina, como regular o brilho da tela, podem reduzir o consumo de eletricidade. Configure o tempo para o micro entrar em modo de espera ou em hibernação quando estiver ocioso. No Windows, acesse, no menu Iniciar, "Painel de Controle/ Vídeo/ Proteção de Tela". Lá é possível definir esquemas de consumo de energia.
5. Desligue todos os equipamentos que não estão em uso
Desligue o computador e todos os periféricos da tomada quando não estiverem em uso. Uma boa opção é usar uma régua de tomadas com chave de liga/desliga. Isso evita que o computador e os periféricos, tais como impressoras e modens, mantenham um consumo de energia, ainda que baixo, mesmo quando não estão sendo usados.
6. Diga não ao lixo eletrônico
Não envie desnecessariamente spams e correntes que congestionam caixas postais e poluem o mundo on- line, levando a um uso mais intenso dos computadores e, como conseqüência, a um consumo maior de energia elétrica. De acordo com levantamento feito pela Barracudas Networks, uma grande empresa norte-americana de gerenciamento de correio eletrônico, 95% dos emails enviados no mundo todo são spams.
7. Conserte em vez de trocar
Se o seu computador quebrar, pense em consertá-lo em vez de trocá-lo por um novo. Segundo a Universidade das Nações Unidas (UNU), um computador comum pesa 24 quilos em média, e emprega ao menos dez vezes o seu peso em combustíveis fósseis, contribuindo desta forma para o gasto de energia e, conseqüentemente, para o aquecimento global. Gasta também 1.500 litros de água em seu processo de fabricação. Esta relação supera, proporcionalmente, por exemplo, a dos automóveis, que utilizam, no máximo, duas vezes o seu peso em matéria-prima e insumos. Um único chip de memória RAM consome 1,7 quilos de combustíveis fósseis e de substâncias químicas para ser produzido, o que corresponde a cerca de 400 vezes o seu peso.
8. Não se deixe fascinar pelas novidades.
Pense bem se você precisa mesmo trocar de computador ou se está apenas encantado com alguma novidade tecnológica que logo será superada. O melhor computador é aquele que atende às suas reais necessidades e pode não ter nada a ver com o computador cuja publicidade afirma ser o melhor. É preciso levar em consideração o que se gasta para fabricar um computador. Cerca de 1,3 tonelada de CO2  é emitida na produção de um PC Ao evitar  trocar seu computador pelo período de um ano, a quantia de CO2 emitida no seu  processo de fabricação não será liberada, ao mesmo tempo que será contabilizada uma diminuição da mesma quantia de CO2 na sua conta pessoal de emissões de gases do efeito estufa.
9. Pesquise e conheça os equipamentos que consomem menos energia.
Evoluções tecnológicas têm permitido a fabricação de computadores cada vez mais eficientes energeticamente. Compare o consumo dos aparelhos antes de comprar e prefira os mais econômicos. Uma das últimas novidades que surgiram foram os processadores múltiplos (leia box). Normalmente, os equipamentos que gastam menos eletricidade têm o logotipo da Energy Star. Procure também conhecer o processo de fabricação dos computadores, dando preferência àqueles que tiveram uma produção de menor impacto negativo na sociedade e no meio ambiente.
10. Avalie a eficiência energética ao escolher um monitor
Se for preciso comprar um novo monitor, dê preferência aos de cristal líquido (LCD), em lugar dos monitores de tubo (chamados CRT). Não é apenas uma questão estética. Monitores LCD consomem menos energia do que os de tubo. De acordo com o professor do Senac, Rodrigo Mota, essas novas tecnologias gastam quase 40% a menos de energia do que a convencional.
11. Doe seu computador velho
Se estiver mesmo decidido a comprar um novo computador, cuide para que o velho não vá parar no lixão. Uma boa possibilidade é doar o computador antigo para algum parente ou amigo que precise. Dessa forma, você estará evitando que as matérias-primas, a água, o combustível e a eletricidade gastos na fabricação do seu antigo computador terminem no lixo. Caso você não conheça ninguém que possa aproveitá-lo, pense em entregá-lo a entidades que o recolhem e reaproveitam suas partes e componentes.
  
O que são processadores múltiplos
Uma das novidades mais comentadas em termos de eficiência energética de computadores são os processadores com dois núcleos ou mais, conhecidos como processadores múltiplos.  
A idéia é simples. O modelo tradicional, com apenas um processador, aciona esse processador para qualquer tarefa que o computador faça. Os novos modelos, com dois ou mais processadores, cada um gastando menos energia do que o processador único, acionam apenas o processador que está sendo demandado naquele momento. Seria algo como se, ao usar um jogo no computador, fosse acionado apenas o processador de jogos, gastando somente a energia suficiente para fazer o jogo funcionar. Depois, ao ler e receber emails, seria acionado outro processador, especializado nessa tarefa e com menor consumo de energia do que os processadores convencionais.  
Dessa forma, a capacidade do computador é ativada conforme a necessidade, e, assim não se consome toda a energia de uma só vez. “A geração anterior (de processadores) consumia 130 watts e a nova geração dos núcleos duplos da Intel (chamada core dois duo) consome 65 watts com desempenho 60% melhor” explica Marcel Saraiva gerente de produtos para servidores na América Latina, da Intel.  
A solução interessa bastante às empresas, que por meio da troca dos processadores, conseguem uma grande redução no consumo de energia. Naturalmente, o mesmo vale para o consumidor doméstico que irá economizar energia, dinheiro e os recursos da sociedade e do planeta.  
A maior vantagem do uso dos novos processadores vem para os usuários de notebook, porque a tecnologia de núcleos múltiplos faz com que a bateria necessite ser carregada menos vezes e, portanto, gastará menor energia elétrica nas cargas e terá uma durabilidade maior. Além disso, “como o notebook irá esquentar menos, também irá precisar de menos ventilação”, afirma Saraiva, da Intel, o que também reduz o seu consumo de energia.

PROCEDIMENTOS PARA O DESCARTE CORRETO

ELETRÔNICOS
Instituições como ETB aceitam doações em geral como televisões, DVDs, players, câmeras digitais, entre outros. A fabricante HP recebe todos os tipos e marcas de produtos eletrônicos pelo programa Take Back & Recycling, que aceita inclusive cabos, teclados e mouse. É possível vendê-los ainda em sites de leilão pelas internet ou em lojas especializadas.

CARTUCHO/TONNER DE IMPRESSORA
Se eles estão encostados em casa, há possibilidade de desfazer-se deles e, de quebra, ganhar algum dinheiro. Basta vender esses dispositivos para as empresas que fazem seu recondicionamento. Segundo a Associação Brasileira de Recondicionadores de Cartuchos para Impressora (Abreci), as empresas costumam pagar R$ 5 por cartucho e R$ 10 por tonner.

PERIFÉRICOS
A maioria das instituições de caridade aceitam todo os tipos de equipamentos e se não tiverem conserto, são enviados para cooperativas de coleta seletiva, como a que fica na Estrutural.

HARDWARE DEPOIS DO UPGRADE
O CRC do Gama, assim como outras entidades em todo o país, recebem placas-mãe, pentes de memória, drives de CD- ROM, entre outros. Além disso, é possível vender esses dispositivos em sites de leilão virtual ou em loja de usados.

CELULAR
A empresa Nokia tem programa de reciclagens de baterias e aparelhos. Mais de 80% dos aparelhos da empresa são recicláveis. Outros fabricantes como a Motorola recolhem o telefone móvel antigo dos usuários. Algumas instituições de caridade aceitam doações desses dispositivos para vendê-los e reverter em verba para manutenção do local.

COMPUTADOR
Se o seu computador tiver CPU 486 ou superior, você pode doá-lo para a Fundação Pensamento Digital, pelo site da empresa Dell. Também podem ser doados monitores, teclados e mouses.O CRC do Gama também recebe máquinas. Quem preferir, sempre há a possibilidade de vender o PC em lojas de usados, via internet ou entrar em contato com a fabricante para que ele faça o melhor descarte.

BATERIAS E PILHAS
De acordo com a resolução do Conama, as baterias e pilhas que contiverem alta quantidade de chumbo, mercúrio e cádmio devem ser recolhidas e recicladas pelos fabricantes de celulares e eletrônicos.A orientação de descarte deve vir na embalagem do produto. A Sony Ericsson, a primeira a interromper o uso de baterias de níquel-cádmio em todos os celulares, faz a reciclagem de aparelhos e bateria em suas lojas especializadas.

EMBALAGENS
Além disso, algumas empresas como a Nokia já comercializam capas para celular feitas de matéria-prima orgânica, constituída de mais de 50% de material reciclável.

RECOMENDAÇÕES

INSTITUIÇÃO DE CARIDADE
Verifique o histórico da entidade que você pretende ajudar.Além disso, cheque se a instituição escolhida irá dar um destino correto aos aparelhos doados.

FABRICANTE
Entre em contrato com a empresa que produziu seu aparelho antigo e certifique-se de que ela tenha algum programa específico de coleta de materiais. Lembre-se de que, por uma resolução federal, fabricantes são obrigadas a recolher baterias e pilhas que
possuem alta incidência de materiais tóxicos. Não se esqueça de verificar a composição do produto, que vem descrita na embalagem.

VENDA ONLINE
Procure saber se a loja que receberá o produto tem uma política ecologicamente correta para o descarte de peças danificadas. Para evitar calotes em negociações virtuais, prefira entregar o produtos nas mãos do comprador ou escolha sites de leilões conhecidos. Não esqueça que, para conseguir sucesso nas vendas, o preço deverá estar abaixo do que o oferecido no mercado.

PENSE BEM

Antes de jogar no lixo, veja os
perigos que os aparelhos podem
causar:

COMPUTADOR
Um PC comum carrega cerca de dois quilos de chumbo e, se descartado de forma incorreta, pode causar danos aos sistemas nervoso e sangüíneo se entrar em contato com pessoas.O mercúrio, também presente,
pode afetar gravemente o cérebro. Já o cádmio, pode causar envenenamento.

CELULAR
Além do chumbo, traz o arsênico, uma substância que pode afetar o sistema digestivo e causar doenças
nos pulmões, coração, fígado, entre outros orgãos.

TELEVISOR
Assim como computadores e celulares, possui chumbo, só que em grande quantidade: cerca de 8 quilos. Além do mercúrio,comum em aparelhos LCD.

SERVIÇO

ESCOLA TÉCNICA DE BRASÍLIA – (ETB)
QS 07 -lotes 2/8 AV. Águas
Claras -Vila Areal,
Taguatinga
Contato: 3901-6762

COMITÊ DE DEMOCRATIZAÇÃO DA INFORMÁTICA (CDI-DF)
Contato: (61) 3322-7233

CENTRO DE RECONDICIONAMENTO DE COMPUTADOR
(CRC-GAMA)
Área especial 7/9, sala 2,
Setor Leste- Gama (prédio
da antiga LBA)
Contato: (61) 3484-5691

LIXO TECNOLÓGICO - O que fazer com ele?

LIXO TECNOLÓGICO - O que fazer com ele?
O MUNDO JOGA FORA 50 MILHÕES DE TONELADAS DE SUCATA ELETRÔNICA POR ANO, ENTRE COMPUTADORES, CELULARES, TELEVISORES E APARELHOS DE SOM. SAIBA COMO DESCARTAR PRODUTOS VELHOS SEM AGREDIR O MEIO AMBIENTE - DA REDAÇÃO (Correio Braziliense – 12/02/2008 – seção de informática)

Quando mensagens inconvenientes — propagandas, correntes, malas diretas virtuais — lotam as caixas de entrada de e-mails, basta clicar no botão excluir para eliminá-las. No entanto, em relação a outro tipo de lixo, que advém da evolução tecnológica e da atualização periódica, como computadores e telefones celulares, pouca gente sabe como se desfazer dele. E isso é grave: afinal, o lixo tecnológico traz danos bem mais sérios que a chateação causada por um e-mail indesejável. Para se ter uma idéia de como anda o mercado, este ano serão vendidos 10,1 milhões de computadores. Segundo projeção da Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee), a venda de aparelhos celulares chegará a 48,8 milhões de unidades. Com tudo isso, as estimativas não poderiam ser mais alarmantes: mais de 30 milhões de aparelhos antigos serão descartados ou esquecidos no armário até o final do ano. E aí, o que fazer com eles?
A resposta parece fácil, mas não é. Quem está atolado de equipamentos sem uso, atualmente possui três opções para um descarte sem agressão ao meio ambiente: entregá-los ao fabricante, se esse tiver um programa específico para isso, o que não é o caso da maioria das companhias; vender; ou doar para uma instituição de caridade ou empresas de reciclagem. Desfazer- se de aparelhos velhos e ainda levar uma graninha foi a saída encontrada pelo comerciante Ademir Fernandes, 37 anos, para passar à frente algumas velharias eletrônicas. Ele decidiu anunciá-las em um site de compra e venda. “Vendi dois computadores por menos da metade do valor que eu paguei há três anos. É pouco, mas é melhor do que nada”, ressalta.
O mundo joga fora 50 milhões de toneladas de sucata eletrônica por ano, em todo mundo, segundo o Greenpeace. Porém, governos, consumidores e, principalmente, os fabricantes dos produtos, agem vagarosamente para solucionar a falta de destinação correta para esse tipo de resíduos. O professor do Instituto de Química da Universidade de Brasília (UnB) Antônio Moraes Guaritá explica que o lixo tecnológico é tratado como resíduo químico durante a coleta e é jogado em aterros, causando contaminação do solo, da água e, conseqüentemente, dos alimentos. “O material plástico das carcaças de computador leva séculos para se decompor na natureza. Componentes como placas-mãe são compostos de metais pesados como mercúrio, chumbo e cádmio”, exemplifica. Metais pesados podem causar danos ao sistema nervoso, edemas pulmonares, câncer, além de serem nocivos ao meio ambiente.

Quem é o dono?
Diferentemente do que ocorre na Europa (onde, por lei, os fabricantes são obrigadosa recolher e reciclar equipamentos antigos), no Brasil a maioria das empresas deixa os usuários desamparados na hora de descartar os eletrônicos. Por aqui, discute- se a Política Nacional de Resíduos Sólidos há 15 anos e as tentativas de implementá- la estão paradas no Congresso desde 1980. É isso mesmo: desde 1980!!! Em 2005, ela até que foi reformulada, mas não saiu do papel. Eis a razão: a Política prevê que os fabricantes são responsáveis pela reciclagem do lixo eletrônico, mas as companhias não admitem.
Segundo o gerente de programas ambientais urbanos do Ministério do Meio Ambiente, Marcos Pellegrini Bandini, o setor público é responsável pelo lixo domiciliar, mas não pelo tecnológico. “Podemos oferecer o serviço de coleta para esse tipo de resíduo, mas teremos que cobrar das empresas — que são as responsáveis pelo que produzem”. O supervisor de Meio Ambiente da Motorola, Luiz Ceolato considera a Política de Resíduos importante, mas diz que ela só funcionará com a participação da sociedade. “Após a venda, o produto pertence ao comprador, que tem a sua parcela de responsabilidade. Além disso, é preciso infra-estrutura para as empresas de reciclagem e apoio do governo para que custos não sejam repassados para consumidor final”, alerta.
Procuradas pelo Correio, Panasonic e LG afirmaram não ter nenhum programa para a coleta de equipamentos usados. A Positivo Informática não respondeu às perguntas. “Isso é um absurdo. Hoje, você não consome um produto só porque ele é barato ou pela qualidade. Mas também leva em consideração se a empresa é ecologicamente correta. A humanidade agradece se as companhias cumprirem seu papel na reciclagem e elas só têm a lucrar”, afirma a diretora de pesquisa da Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe), com sede em São Paulo.

NEM TUDO É LIXO - DA REDAÇÃO

Os dicionários da língua portuguesa definem a palavra lixo da seguinte maneira: coisas inúteis, sem valor, velhas; aquilo que se varre da casa e em geral não presta e se joga fora. Mas você já parou para pensar que muito do que é considerado sem valor poder ser aproveitado por outras pessoas? Materiais que ainda podem ser usados para outros fins mesmo depois de serem descartados passam a ser chamados de reaproveitáveis, enquanto aqueles que, após jogados fora, sofrem transformações para serem usados novamente são denominados recicláveis. É com esses conceitos que os
alunos do projeto de robótica da Escola Técnica de Brasília (ETB), em Taguatinga, Alexandro Coutinho e Edson Miranda Júnior, ambos com 20 anos, trabalham diariamente ao utilizar sucata eletrônica como material básico para criação de robôs. “As pessoas não fazem idéia da riqueza que está no lixo”, diz Alexandro.
Do e-lixo, surgiu, entre vários outros, o protótipo do robô “Faxinero”, projetado para fazer limpeza automatizada em superfícies planas. Ele funciona com rodas e tem na base duas espécies de vassouras rotativas que sugam a sujeira para dentro de um compartimento quadrado. As funções podem ser comparadas com a de um aspirador de pó. No entanto, não precisa ser controlado pelo homem. “Aproveitamos todo tipo de material. Nesse robô, por exemplo, usamos até uma tela de microondas para programar o tempo de limpeza”, diz o professor do responsável pelo projeto, Newton Marcos Almeida.
O que é lixo para uns pode ser instrumento de aprendizagem para crianças carentes. O Comitê de Democratização da Informática (CDI) recebe doações de máquinas velhas para montagem de escolas de informática.
“Cerca de 70% das máquinas que chegam são aproveitadas e já contribuíram para a formação de 6 mil alunos de 40 escolas em todo o DF”, relata a coordenadora pedagógica do projeto, Blenda Oliveira. Caso o equipamento doado não sirva para o aproveitamento, ele é enviado para a Cooperativa de Coleta Seletiva, na Estrutural.
Considerado imprestáveis pelos doadores, computadores permitiram que o operador de sistema, Roger Martins de Deus, 20 anos, conquistasse espaço no mercado de trabalho, no final do ano passado. Após três anos no programa de inclusão digital no Centro de Recondicionamento de Computador (CRC) do Gama, ele pôs em prática o que aprendeu: a recuperação de PCs que, entre tantos consertados por ele, são utilizados em escolas e bibliotecas públicas.

Conheça o projeto RECICLANDO TECNOLOGIA


Em exposição na Sala de Leitura – FATEC / GT

[Artigo - Jorge] – [Painel] – [Banner 1, 2 e 3] – [Logo B e P]
—> CITAÇÕES E PUBLICAÇÕES
Site: TID – Telecentros pela Inclusão Digital (www.tid.org.br)Artigo do Prof. Dr. Alacir Arruda (Currículo CNPq – Lattes): “Projeto Reciclando Tecnologia”
Link: http://www.tid.org.br/modules/news/article.php?storyid=644
Site: TID – Telecentros pela Inclusão Digital (www.tid.org.br)
Artigo de Jorge M. S. Mendes: “Cidade Digital com Terminais Leves”
Link: http://www.tid.org.br/modules/news/article.php?storyid=643
Site: Lixo Tecnológico (www.lixotecnologico.blogspot.com)
Citação feita ao Projeto Reciclando Tecnologia
Link: http://lixotecnologico.blogspot.com/2008/11/conhea-o-projeto-reciclando-tecnologia.html
—> RECICLANDO TECNOLOGIA NO ÉBOLI
Texto do Coordenador (2008) da Escola Estadual Prof. José Pereira Éboli – Prof. Dr. Alacir Arruda
Título:
Parceria Alunos do curso de Informática – FATEC e Escola EBOLI
Link: http://fatecti.wordpress.com/2008/11/12/parceria-alunos-do-curso-de-informatica-fatec-e-escola-eboli/
Dia 4
Reciclando Tecnologia no Éboli (Escola Estadual Prof. José Pereira Éboli)

Data: 27/11/2008
Resumo:
- Atividades suspensa devido a prova de avaliação do Ensino Médio aplicada na Escola Éboli.
Dia 3
Reciclando Tecnologia no Éboli (Escola Estadual Prof. José Pereira Éboli)

Data: 20/11/2008
Resumo:
- Primeiro dia do Projeto com os alunos da Escola Éboli.
- Avaliação dos alunos selecionados para o projeto (prova).
- Visita dos alunos do Éboli a FATEC / GT (Projeto R.T.).
Fotos (crédito Ulisses):



Dia 2
Reciclando Tecnologia no Éboli (Escola Estadual Prof. José Pereira Éboli)

Data: 18/11/2008
Resumo:
- Reunião com a Diretora da Escola Estadual Prof. José Pereira Éboli.
- Inventário dos microcomputadores do laboratório de informática da Escola Éboli (pdf do inventario).
- Planos de implementação.
- Convocação dos alunos da Escola Éboli (nível médio) que irão participar do Projeto.
Dia 1
Reciclando Tecnologia no Éboli (Escola Estadual Prof. José Pereira Éboli)
Data: 13/11/2008
Resumo:
- Reunião com o Coordenador do Curso da Escola Éboli – Prof. Dr. Alacir Arruda ( Currículo CNPq – Lattes)
- Visita do Coordenador do Curso ao laboratório do R.T., instalado na FATEC / GT.
- Visita dos alunos do 6º semestre do curso Tecnologia em Informática ao laboratório de Informática do Éboli.
- Agendamento de atividades e próximos passos.
—> XIII SEMANA DE TECNOLOGIA
Data: 31/10/2008 à 05/11/2008
Resumo:
- Agradecimentos a todos que participaram e experimentaram o laboratório de terminais leves!
* Colégio Delta (Lorena – SP)
* Colégio Eboli (Guaratinguetá – SP)
* Alunos da FATEC – Guaratinguetá
* Professores da FATEC – Guaratinguetá
* Dr. Angelo Luiz Cortelazzo – Assessor para Assuntos de Educação Superior do Centro Paula Souza
* Visitantes em geral
Fotos (crédito Divulgação/FATEC-GT):



—> RECICLANDO TECNOLOGIA NA FATEC – GUARATINGUETÁ
9 Reunião
Data: 23/10/2008
Resumo:
- Divisão da equipe para a apresentação na XIII Semana de Tecnologia de Guaratinguetá
Fotos (crédito Ulisses):

8 Reunião
Data: 16/10/2008
Resumo:
- Documentação
7 Reunião
Data: 09/10/2008
Resumo:
- Instalação de 1GB RAM no Servidor LTSP.
- Finalização banner e poster (painel) do projeto.
- Documentação final (em duplas/grupos).
6 Reunião
Data: 02/10/2008
Resumo:
- Configuração do Acesso a Internet nos terminais.
- Finalização dos terminais (7 no total).
- Definição logo do projeto.
Fotos (crédito Ulisses):









5 Reunião
Data: 25/09/2008
Resumo:
- Divisão da documentação.
- Testes nos terminais faltantes.
- 7 terminais em operação.
4 Reunião
Data: 18/09/2008
Resumo:
- Retirado criptografia SSH (para melhor desempenho nos terminais).
- Testes com mais 3 terminais.
- Estabilizadores para os terminais.
- Definição do título do projeto: “RECICLANDO TECNOLOGIA - laboratorio de terminais leves com software livre”.
- Elaboração da lista para a administração da faculdade.
- Exposição dos 6 terminais leves + servidor para administração da faculdade.
- Separação (!?) da documentação.
- Propostas para divulgação do projeto para a XIII Semana de Tecnologia.
3 Reunião
Data: 11/09/2008
Resumo:
- Montagem mais 4 terminais.
- Adicionados usuários (Micro1, Micro2, Micro3 e Micro4).
- Configuração e Personalização do Desktop.
2 Reunião
Data: 04/09/2008
Resumo:
- Formatação de disquetes.
- Instalação de placas de redes compatíveis com LTSP.
- Disco de boot via rede para o servidor LTSP (http://www.rom-o-matic.net/) e (https://help.ubuntu.com/community/UbuntuLTSP/LTSPBootingClientsWithoutPxe)
- Solução para problemas com as placas de redes (chipset’s de outros fabricantes).
- Testes em dois terminais.
Fotos (crédito Ulisses):







1 Reunião
Data: 28/08/2008
Resumo:
- Entrega Individual dos pré-projetos.
- Visita ao laboratório (biblioteca).
- Crimpagem dos cabos..
- Instalação do servidor.
- Testes iniciais.
- Artigos de apoio: http://fatecti.wordpress.com/2008/08/28/ltsp-dicas-do-jorge/
Fotos (crédito Ulisses):